Textos
(Os textos a seguir nao passaram por revisão ortográfica)
O amor é o poder de ver a beleza onde as pessoas nao veem,o amor nao desiste pelo caminho,anda junto das pessoas e nao teme a verdadde, o amor é a loucura ,quem nunca foi louco nunca amou, a sabedoria e a verdade nos poe perto dela e jamais podemos perde-la, a verdade esta nos detalhes das coisas escondidas dentro de nos mesmos, e se descobrirmos a nos mesmos jamais deixaremos o proximo porque descobriremos que somos o proximo.O poder do amor se encontra em nos quando podemos ver o que nos foi feito e podemos agradecer por isso.Amar e dar e recebr, quando deixamos de amar perdemos a loucura e nao podemos ver a verdade, porque somente os loucos amam e podem ver o real da vida.Somos reflexos da natureza se olharmos pra ela veremos a verdade em nos e jamais abandonaremos nossa familia nem nossas paixoes.O assassino é aquele que nao é capaz de amar a vitima, assim cada vez que nao amamos assassinamos as pessoas e tememos a morte.E amorte nao sobrevem aos q amam porq seu amor e deixado com os que ficam,
No profundo dos seus olhos
eu procurei algo para confiar
e encontrei magoa e angustia
todo o amor que eu possuia eu dei para voçe
e nada sobrou para mim
apenas as lembranças de um momento qualquer.
Dentro dos seus olhos escuros
não havia nenhuma luz
nenhuma palavra bonita
nem as flores dos castelos medievais
era só uma historia incompleta
sem um fim majestoso
olhos da decepção
olhos profundos
sua face é um solo destruido
um amor funesto
uma doença que chora.
Os momentos mais belos,serão belos, marcados pela distancia.
As lagrimas virão, e a saudade provara o valor profundo do passado.
Cada sorriso lembrado sera uma alegria perdida.
Será como dor cada toque sentido, cada palvra ouvida
em cada estrela do ceu, testemunhas de momentos inesqueciveis
O tempo mostra que o que devia eternidade trouxe separação
rompimentos, sucessoes, agravos
O que devia ser eterno trouxe magoa de abandono
porem assim mesmo até as antigas tristesas foram alegria
e ha saudade delas, os amigos e as companhias nas tristesas a tornam inesqueciveis
Seja o fruto como as lembranças doces do que bate a porta
Historia que teve um fim que diz adeus.
Saudade,
num silencio dramatico
sonhos antigos falam
Morte,
os pensamantos antigos ligados a ela
morte é saudade,
saudade é nossa estrada
mas se amortefosse nascimento
correriamos atras da historia
e fugiriamos das saudades.
Nosso desejo de morte amor,
nosso desejo de estar nús
nosso desejo de sermos ófãos
nosso desejo de orgia
nosso desejo emabalado pelo simples desejo de fama.
Vossa morte, morte para os que ficamnas tuas maõs ,medo, medo de decanso
de dormir sem sonhos, sem os sentidos
medo de nao mais morrer, de nao mais ter de deixar
ouvi tu, tua morte como a musica tragica
ou como musica classicaou musica alegre
alimentem -se teus familiares sobre teu corpo
e estejam dispostos as saudades a tú ao nada
teus micróbios viverão oh amada e darão vida a outros microbios
como tu antes de seres
medo de nao mais amar porem sem mais medos
de que possa querer algo, pois não ha o uqe amar
tempo de ser desamado pois sem afetos sentidos nao se pode aesperar.
Flores como presentes, como os demias presentes que pereceram
e na credulidade a esperança
na credulidade a superstição de vencer a realidade
com mesquinharias de ser eterno como desejar a manga como maçã
atribuições vãs de pensamentoscandados de pensar e questionar-se
Finados esquecedores e esquecidos tornem ao levantamento
ao dia de acordar porque nada dura nesta terra para sempre
ó suposto patife de gerações passadas
purifica-te pelo sono, onde esquecerás das infamias dores
e ao acordar sim poderás ver novamente.
até la todos…
Quanto mais se vive da certeza da morte, mais a morte nos empurra de volta à vida e tratamos de esperar pela vida e pela morte, pela certeza. Nossos impulsos são energias, nossas iras são retenções dessas energias, é uma coisa ansiosa.
Até que chega todo medo que faz surgir a certeza da morte a qualquer momento, que isola, que nos faz toca-se. Da energia reprimida surge o prazer o desejo que deseja despertar-se; o outro é um espelho de nosso próprio corpo (desejo refrativo), o tememos e o desejamos, desejamos nosso medo. Nos comemos em pensamentos ardentes encarnado no medo, no outro.
Percebemos pelo coração o ataque, pelo coração a hora do fim, olhando para as estações do coração pode se prever as eras diversas.
Quando meus amores morrerem não temerei mais a morte, saberei que é tudo real; morrer primeiro que os outros é deixar tudo para todos e não ter nada.
E através das ilusões que há a vida, a vida simbólica encarnada na carne, simbolizada em todas as coisas. Iludidos somos todos; ter prazer é ter ilusões, este prazer é estar procurando o engano como se tudo fosse verdade.
Criamos pelo medo a ilusão, símbolos são ilusões, a ilusão de que falo são os símbolos. Pelo medo de morrer criamos a guerra, criamos o crime, pelo medo de inexistir criamos o paraíso mental, pelo medo de fazer a viúva chorar criamos ressurreição. Eis a fabrica que produz delírios, são águas que todos bebem; água que passa de boca em boca.
O medo. Pelo medo do desprazer matamos pelo orgasmo, pelo desejo de possuir inventamos o amor e para não perder demos a luz à mentira.
A ilusão e substituta do medo, criamos o medo por causa da covardia e covardia devido a preguiça e a preguiça devido a velhice e a velhice é o fato e a preguiça é a morte.
Criou o mundo a família para monopolizar o poder através do sangue, mas os matricidas e todos os “cidas” possíveis vieram para dar ao próprio sangue o poder. Eis o monopólio do sangue.
Pelo monopólio do sangue vieram os genocidas para criarem nações santas de um sangue só, como se pudessem ver sangue sobre a pele. Até o conhecimento se fez querer possuir, a fé do outro é estúpida porque o outro não tem provas de suas ilusões mas a minha mesmo sem provas tem que será única, daí vieram as fogueiras, daí vieram as guerras santas, cruzadas como cruzadas de cães.
Destas cruzadas surgiram os cruzados e dos cruzados o cruzado novo, o cruzeiro e o cruzeiro novo e tudo se tornou real desde então.
Eis a cadeia alimentar, a arvore da vida que gera aberrações sobre berros, a consciência do outro tem que ser de um outro a qualquer preço.
Em toda poltrona de ônibus psicanalisei, analisei centenas de clientes e todos eles tinham um desejo em comum; chegar ao destino desejado, todos eles tinham o mesmo meio; o ônibus, e eu a curiosidade.
A verdade se descobre através da ironia e a ironia é a melhor forma de vencer o medo.
A vida é a procura, a procura por algo, mas simplesmente procura, procura pelo sei lá o que. É um hiato, reticências, a vida são três pontinhos que antecedem o fim, a vida é o ponto final. A vida e a procura por pontos, pontos e vírgulas, reticências e parêntesis.
Cada um sabe onde esconder suas depravações, uns a escondem sob mantos sacros, outros sob sorrisos de gentileza, mas a depravação desabrocha e o comportamento descomporta, inquieta a inquietude.
Vendemos sexo e sexualidades, criamos estandartes sobre o prazer, pelo prazer do lucro. O prazer vulgarizou-se. Pelo prazer se tem a inveja; quando não se pode ter o do outro, deseja-se o outro, o outro em mim, o outro simbolizado no espelho; desejo refrativo; origem dos fetiches.
Refração nascida dos genes, do genocídio sexual, a isto tem se chamado paixão.
Testemunhamos o surgimento da “prolítica” a política da prole, o mercado da reprodução, que resultará na remoção de bilhares de clitóris e semens escorrendo pelo ralo. Eis o auge do sucesso da expressão erótica. E estão todos envolvidos nisto porque começa de dentro pra fora em chamas de pensamentos escondidos por trás de símbolos sacros, como o incenso dos bordeis, como a prece de joelhos diante do órgão genital do adorado, como a meia luz que antecede o prazer, como o cântico lírico pra reforçar o desejo, ou seja, o sacro se esconde por trás de usuais desejos físicos, a escravidão imposta pelo sacro assemelhasse a violentação sem direito a defesa por parte do violentador.
Logo não podemos falar mal do que nos originou, falo do falo, falo da madre, falo do prazer, falo do genocídio sexual, assim especular sobre valores nos torna mal agradecido a nossas origens. Nós vimos na historia de nossa falsidade sacra o valor que damos a justiça que se assemelha a nossa, justiça tal que mata homens doentes e afeminados, escravidão sem direito a liberdade, imposições de regras para isso ou aquilo, e o pior por parte de quem nem se quer possui carne, é como aconselhar pessoas mudo-cegas sem saber falar. E então ficamos submissos a isso, estamos dedicados ao heroísmo defendendo assassinos imaginários, temendo tocar o próprio corpo porque alguém imaginário ira se ofender, ora o prazer de meus filhos é meu prazer, mas o prazer dos filhos do imaginário é uma afronta.
O prazer não enxerga regras, não adianta inventar algumas ele não ouve ninguém, o que é presciso é sentir e sentir com a alma e com amor sem limites ,não se pode falar de amor de forma tão poética excluindo os prazeres diversos que o amor pode oferecer.
As coisas maiores sobrepujam as menores em força e as menores sobrepujam as maiores em fragilidade e isso reflete nas escolhas ridículas humanas, tudo tende a impor-se sob esta lei; pessoas pequenas tendem a fragilizarem as maiores e obter-lhe as grandezas, quanto que, pessoas grandes, grandes mentes tendem a subjugar as menores e deixar-se levar pela vaidade de possuí-las.
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A vida nos leva até seu fim
O orgasmo nos leva até seu fim
A flor cresce até o seu fim
Mas a vida não pode se comparada a uma semente, mas sim a uma árvore que dela procede.
A arvore da vida é a raiz genética que nos tornam muitos, a arvore pode ser eterna (pelo menos em nossa mente), mas suas folhas não; a vida da folha leva até seu fim porque se enfraquece e o vento a dispersa.
Quando falamos de vida eterna falamos não do fôlego particular de cada um, mas do ato criativo, do movimento que sempre existirá.
A diferença que esse conhecimento causa no justo é que em seu ato de justiça mantem-se a criatividade, o movimento, o progresso. Já o injusto (a quem chamamos de assassinos) procura acabar com a criatividade, com a vida e ele sempre será o resultado do seu processo de destruição. Assim o injusto não é digno da vida eterna, ou seja, não mereceria estar enraizado na vida como o justo está pelas suas atitudes vitais, e isso chamamos de misericórdia divina, que permite isso.
Junho 30, 2008 às 4:15 pm
vc é muito inteligente..gostei muito desse textos muito bem criado..vc tem um dom de deus muito lindo ,que deus continui te abençoando sempre bjsss